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Videoconferência informal dos ministros da Economia e das Finanças, 26 de julho de 2021
Principais resultados
Os ministros debruçaram-se em particular sobre a recuperação económica na Europa. trocaram opiniões sobre as decisões de execução do Conselho relativas à aprovação dos planos nacionais de recuperação e resiliência para a Croácia, Chipre, a Lituânia e a Eslovénia. A fim de adotar formalmente as decisões, o procedimento escrito terá início pouco tempo após a reunião informal realizada hoje. No final do procedimento escrito, estes quatro Estados-Membros poderão assinar acordos de subvenção e empréstimo, e receber pré-financiamento do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da UE.
Os ministros debateram igualmente a implementação futura do Mecanismo de Recuperação e Resiliência. O mecanismo disponibilizará um total de 672,5 mil milhões de euros em subvenções e empréstimos para impulsionar a recuperação da pandemia de COVID-19. Os fundos serão utilizados para reformas e investimentos nos Estados-Membros, apoiando a transição climática e a transformação digital da UE.
Prosseguimos os trabalhos relativos à recuperação económica europeia. Na sequência da nossa reunião informal de hoje, temos boas notícias para a Croácia, Chipre, a Lituânia e a Eslovénia. Em breve, poderão começar a receber fundos e a executar os seus planos de recuperação e resiliência. Um ano depois de os dirigentes da UE terem alcançado um acordo histórico sobre o pacote de recuperação, mais de metade dos nossos Estados-Membros estão agora prontos para lançar as reformas e os investimentos necessários à preparação da nossa economia para o futuro.
Andrej Šircelj, ministro das Finanças da Eslovénia
Os ministros fizeram o balanço do pacote de luta contra o branqueamento de capitais recentemente adotado pela Comissão Europeia. O pacote visa reforçar o atual quadro da UE, tendo em conta os novos desafios relacionados com a inovação tecnológica. Faz parte dos esforços da UE para lutar contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, a fim de prevenir o uso indevido do mercado financeiro.
A acreditação dos média para cimeiras internacionais realizadas fora da União Europeia será assegurada pelas autoridades governamentais do país de acolhimento.